São Paulo
No 2º trimestre de 2024, o mercado de escritórios corporativos em São Paulo trouxe alguns indicadores relevantes. O estoque total de escritórios corporativos aumentou para 12,09 milhões de m², enquanto a atividade construtiva diminuiu para 608 mil m² no trimestre. A taxa de vacância também caiu, chegando a 18,90%, o que equivale a 2,28 milhões de m² desocupados. O novo estoque teve um grande aumento em relação ao 1º trimestre de 2024, totalizando 53 mil m².
A absorção bruta caiu para 226 mil m², mas a absorção líquida subiu para 127 mil m². Em relação aos preços pedidos de locação, a média aumentou para R$ 76,00/m² por mês para todo o universo corporativo (Classe A e Outros).

Analisando por classe, a absorção líquida nos edifícios corporativos Classe A tiveram um grande aumento, totalizando 82 mil m², enquanto a taxa de vacância dessa classe diminuiu para 20,43%. Por outro lado, os edifícios corporativos de Classe Outros tiveram uma queda na absorção líquida, atingindo 45 mil m², e a taxa de vacância para essa classe diminuiu para 17,80%.
Ocupação, Vacância, Novo Estoque e Atividade Construtiva
Corporativo (Classe A e Outros)

Absorção Líquida e Taxa de Vacância
Corporativo

A metodologia da Ocupantes para classificação de edifícios pode ser resumida da seguinte forma:
Edifícios do tipo “Corporativo”: Conjuntos com área igual ou superior a 100 m². | Edifícios do tipo “Office”: Conjuntos com área inferior a 100 m².
Edifícios “Classe A”: Edifícios com especificações técnicas elevadas. | Edifícios “Classe Outros”: Edifícios com especificações técnicas inferiores.
Rio de Janeiro
O mercado de escritórios corporativos no Rio de Janeiro permaneceu estável durante o 2º trimestre de 2024, seguindo padrões observados anteriormente. O estoque total permaneceu em 5,54 milhões de m², inalterado pelo 7º trimestre consecutivo. A atividade construtiva também se manteve constante, com 97 mil m², marcando o 8º trimestre consecutivo sem variações. A taxa de vacância apresentou uma ligeira melhoria, caindo para 25,63%, o que equivale a 1,42 milhões de m² desocupados.
O novo estoque permaneceu em zero pelo 7º trimestre consecutivo, e a absorção bruta caiu para 30 mil m². A absorção líquida também registrou uma queda, atingindo 13 mil m². Em relação aos preços, a média dos preços pedidos de locação diminuiu para R$ 58,54/m² por mês.

Uma análise mais detalhada mostra que a absorção líquida dos edifícios corporativos de Classe A diminuiram para 6 mil m², enquanto a taxa de vacância dessa classe também caiu para 35,16%. Por outro lado, a absorção líquida dos edifícios corporativos de Classe Outros aumentaram para 6 mil m², com uma taxa de vacância de 20,94%.
Ocupação, Vacância, Novo Estoque e Atividade Construtiva
Corporativo (Classe A e Outros)

Absorção Líquida e Taxa de Vacância
Corporativo

É importante destacar que tendências passadas não garantem resultados futuros. A Ocupantes não assume responsabilidade por decisões tomadas com base nessas informações.
As informações apresentadas neste documento são atualizadas com base na data de publicação, podendo sofrer alterações até a próxima edição.
