São Paulo
No 3º trimestre de 2024 observou-se um crescimento no estoque total do mercado de escritórios corporativos em São Paulo, que atingiu a marca de 12,17 milhões de m². Este crescimento foi impulsionado por um incremento de 81 mil m² em novos empreendimentos, superando o desempenho do trimestre anterior. Apesar do aumento no estoque, a atividade construtiva apresentou uma redução, totalizando 601 mil m².
Um indicador positivo foi a queda na taxa de vacância, que recuou para 18,31%. Isso representa uma área desocupada de 2,22 milhões de m². Esta tendência de ocupação é corroborada pelos números de absorção, com a bruta alcançando 265 mil m² e a líquida chegando a 137 mil m². Em relação aos preços de locação, observou-se um aumento nos preços médios pedidos, que agora estão em R$ 79,56/m² por mês para todo o universo corporativo (Classe A e Outros).

A absorção líquida dos edifícios Classe A atingiram 95 mil m², contribuindo para uma redução na taxa de vacância, que agora se encontra em 19,52%. Em contrapartida, os edifícios de Classe Outros registraram uma absorção líquida positiva de 42 mil m², representando uma queda em relação ao trimestre anterior. No entanto, a taxa de vacância neste segmento também diminuiu, chegando a 17,43%.
Ocupação, Vacância, Novo Estoque e Atividade Construtiva
Corporativo (Classe A e Outros)

Absorção Líquida e Taxa de Vacância
Corporativo

A metodologia da Ocupantes para classificação de edifícios pode ser resumida da seguinte forma:
Edifícios do tipo “Corporativo”: Conjuntos com área igual ou superior a 100 m². | Edifícios do tipo “Office”: Conjuntos com área inferior a 100 m².
Edifícios “Classe A”: Edifícios com especificações técnicas elevadas. | Edifícios “Classe Outros”: Edifícios com especificações técnicas inferiores.
Rio de Janeiro
No 3º trimestre de 2024, o mercado de escritórios corporativos no Rio de Janeiro apresentou algumas mudanças em relação aos períodos anteriores. O estoque total está em 5,53 milhões de m² e embora a atividade construtiva tenha se mantido constante pelo 9º trimestre consecutivo, com 97 mil m² em desenvolvimento, outros indicadores mostraram sinais de dinamismo no mercado. A taxa de vacância apresentou uma melhora significativa, diminuindo para 25,05%. Isso representa uma área vaga de aproximadamente 1,38 milhões de m².
Apesar da ausência de novos empreendimentos entregues pelo 8º trimestre seguido, a absorção bruta cresceu, atingindo 80 mil m² e a absorção líquida também registrou um aumento considerável, chegando a 24 mil m². No que diz respeito aos preços de locação, houve um ligeiro aumento, com a média dos preços pedidos alcançando R$ 58,59/m² por mês.

Os edifícios corporativos Classe A tiveram um crescimento substancial na absorção líquida, com 53 mil m² ocupados, resultando em uma redução da taxa de vacância para 32,04%. Por outro lado, os edifícios Classe Outros tiveram mais dificuldades, com uma absorção líquida negativa de 29 mil m² e um aumento na taxa de vacância para 21,57%.
Ocupação, Vacância, Novo Estoque e Atividade Construtiva
Corporativo (Classe A e Outros)

Absorção Líquida e Taxa de Vacância
Corporativo

É importante destacar que tendências passadas não garantem resultados futuros. A Ocupantes não assume responsabilidade por decisões tomadas com base nessas informações.
As informações apresentadas neste documento são atualizadas com base na data de publicação, podendo sofrer alterações até a próxima edição.
