quinta-feira, 30 julho

    Nos últimos anos, o mercado imobiliário corporativo em São Paulo viu a ascensão de um novo queridinho: o Edifício Boutique. Longe das megatorres tradicionais, esses empreendimentos menores, altamente sofisticados e com design autoral, estão redefinindo o que significa ter um endereço de prestígio na capital.

    Mas por que essa mudança de preferência tem se consolidado?

    A decisão de escolher um escritório boutique vai muito além de metros quadrados. É uma escolha estratégica que toca diretamente a imagem, a cultura e a experiência da empresa.

    O que os escritórios boutique oferecem:

    1. Exclusividade e branding: O design de autor, a arquitetura diferenciada e o foco nos detalhes transformam o edifício em uma extensão do branding da empresa. Estar em um “boutique” reforça uma imagem de modernidade, sofisticação e seletividade.
    2. Humanização do espaço: O modelo se alinha perfeitamente às novas demandas pós-pandemia. Com lajes menores e um flow de pessoas mais controlado, há uma priorização do bem-estar, com mais áreas de convivência, paisagismo e um ambiente mais acolhedor do que o de um corporativo genérico.
    3. Localização e qualidade técnica: Apesar da escala menor, esses ativos mantêm a altíssima especificação técnica dos edifícios Triple A (A+). Eles estão estrategicamente localizados nas regiões mais valorizadas de São Paulo, como a Faria Lima, garantindo acesso e prestígio.
    Foto: Adobe Express

    Mas quanto a mais custaria para ter todas as vantagens de um Edifício Boutique?

    Essa é a pergunta de um milhão de dólares que paira sobre a mesa de todo CFO e CEO. Naturalmente, essa informação pode variar de edifício para edifício.

    No entanto, para efeitos comparativos, fiz uma breve pesquisa na região da Faria Lima – o epicentro da demanda por exclusividade – tentando comparar os preços pedidos de locação de edifícios grandes com ABL (Área Locável Bruta) acima de 20.000 m² (Classe Triple A) com os preços pedidos de locação dos edifícios boutique da mesma classe e com idade semelhante.

    O que encontramos pode surpreender: os preços estão, em muitos casos, na mesma faixa (aproximadamente R$ 320/m²/mês).

    Portanto, pelo menos no momento, na maioria dos casos, não há tanta diferença assim no custo direto do aluguel. Talvez isso se deva à baixa vacância na região da Faria Lima e à média elevada dos preços pedidos que já afeta todos os ativos de alto padrão por lá, seja qual for o seu porte.

    Isso significa que o luxo da exclusividade pode estar mais acessível do que se imagina, dependendo da região e do ciclo imobiliário atual.

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    Se a sua preferência pende para a sofisticação de um escritório boutique ou para a solidez e escala de um corporativo tradicional, a decisão de mudança deve ser informada e estratégica.

    A Ocupantes tem mais de duas décadas de história no mercado imobiliário corporativo e conta com consultores extremamente qualificados que podem ajudar você a tomar a melhor decisão para a sua empresa. Apresentamos os prós e contras de cada opção, sem conflito de interesse.

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    Douglas é CEO da Ocupantes, uma consultoria líder em soluções imobiliárias corporativas, especializada em desmobilização, expansão, relocalização e renovação de ativos. Com mais de uma década de experiência, Douglas tem se destacado no atendimento a empresas nacionais e multinacionais, oferecendo estratégias personalizadas que não apenas otimizam custos, mas também potencializam resultados. Com uma sólida vivência internacional, Douglas passou 10 anos na Inglaterra. Possui formação em Inglês pelo Colégio de North Devon e é graduado em Real Estate pela Laureate International University.

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